Muito gogó e poucos votos: coordenador promete mundos e fundos, entrega fiasco nas urnas e termina a eleição relaxando a tensão em possante novo

09/10/2026 às 18:37:18
Imagem gerada por meio do uso de inteligência artificial.

O comportamento de um certo coordenador das campanhas de uma candidata a deputada estadual e de um candidato a deputado federal, no Sul de Sergipe, vem dando o que falar. Segundo comentários de bastidores, o rapaz teria priorizado interesses pessoais, desprezado apoios importantes e convencido seus líderes a apostar em alianças que não deram o retorno esperado. Bom de conversa e bajulador fino, o cidadão teria prometido muito mais do que conseguiu entregar.

O exemplo mais emblemático estaria na votação da candidata a deputada estadual, derrotada por uma pequena diferença de votos. Na terra do tal coordenador, onde a promessa teria sido de pelo menos 500 votos, ela teria conquistado apenas cento e poucos. E o desempenho abaixo das expectativas teria se repetido em outros municípios sob sua coordenação, colocando também em risco a eleição do candidato a federal. Segundo relatos, os dois candidatos teriam realizado corretamente os investimentos previstos em estrutura de campanha, mas os resultados levantaram dúvidas sobre a execução das estratégias e se os esforços chegaram efetivamente às bases eleitorais. Na conversa, era a promessa de uma multidão. Na apuração final, mal dava para formar uma fila de gente!

O episódio deixa uma lição para a candidata derrotada, para o federal que quase ficou pelo caminho e para outras lideranças políticas: cuidado com quem agrada demais, concorda com tudo e promete mundos e fundos. Simpatia, bajulação e conversa bonita não substituem compromisso e resultados. Às vezes, quem mais fala é quem menos entrega, enquanto quem trabalha de verdade acaba desprezado. Na política, confiança é importante, mas fiscalização também! Fica a dica!

Pois é! Depois de uma peleja dessas, com uma candidata derrotada e um federal que quase ficou pelo caminho, nada melhor do que relaxar do estresse. E, pelo que se comenta, o moço teria encontrado uma maneira bastante confortável de aliviar a tensão pós-eleitoral: dando umas voltinhas ao volante de um novo possante motorizado. Se os votos não decolaram, pelo menos o motor parece estar funcionando a toda potência! No fim das contas, fica a lição: gogó pode até impressionar as grandes lideranças, mas não aparece na contagem dos votos. É mole?