Gustinho Ribeiro repudia agressão contra Hilda Ribeiro durante ato de campanha

O deputado federal e candidato à reeleição Gustinho Ribeiro (PP) repudiou a agressão sofrida pela ex-prefeita de Lagarto e candidata a deputada estadual Hilda Ribeiro (PP) durante um ato de campanha realizado nesta quarta-feira (30), no povoado Brejo, na zona rural de Lagarto, no Centro-Sul de Sergipe. Durante a passagem da caravana pela comunidade, uma mulher teria arremessado uma lata de cerveja e um ovo na direção da candidata, além de dirigir ofensas a Hilda. Após o episódio, Gustinho cobrou a apuração dos fatos e afirmou que divergências políticas não justificam agressões ou desrespeito durante o processo eleitoral.
O deputado declarou que não pretende tratar o episódio como parte normal da disputa eleitoral e defendeu que a ocorrência seja investigada. “Lamentável mais esse episódio durante a nossa caminhada. Não compactuamos com nenhum tipo de violência, agressão ou desrespeito, independentemente de lado político. Hilda merece respeito, assim como todos que participam do processo eleitoral. Que os fatos sejam apurados e que a Justiça seja feita”, declarou.
A legislação brasileira prevê mecanismos específicos para combater a violência política contra a mulher. A Lei nº 14.192/2021 incluiu no Código Eleitoral o artigo 326-B, que tipifica como crime eleitoral condutas como assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar candidata ou detentora de mandato, quando praticadas com menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia, com a finalidade de impedir ou dificultar sua campanha ou o exercício do mandato. A pena prevista é de um a quatro anos de reclusão e multa.
“Hilda foi prefeita por dois mandatos e hoje é candidata porque tem trabalho para mostrar. Nenhuma mulher pode ser impedida de fazer campanha pelo medo de ser agredida. A violência política de gênero tenta restringir o direito das mulheres de participar da vida pública, e nós não vamos aceitar isso calados”, declarou Gustinho. O Tribunal Superior Eleitoral mantém a Ouvidoria da Mulher como canal de escuta, acolhimento e orientação para casos de violência política, assédio e discriminação de gênero, além de disponibilizar canal específico para denúncias de violência política contra as mulheres.
Fonte: Universo Político












